Pular para o conteúdo
Voltar

Troca de experiências e esclarecimento será a tônica do encontro das escolas pilotos

Participam cerca de 120 profissionais da educação – equipe gestora e professores de todas as áreas de conhecimento.
Adilson Rosa | Seduc MT

Os participantes aproveitam a oportunidade para tirar dúvidas sobre o novo ensino médio - Foto por: Adilson Rosa Seduc MT
Os participantes aproveitam a oportunidade para tirar dúvidas sobre o novo ensino médio
A | A

Durante dois dias, cerca de 120 profissionais das 12 escolas pilotos do Novo Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino participam de um encontro na Escola Estadual Governador José Fragelli, na Arena Pantanal, em Cuiabá. No encontro, iniciado nesta quinta-feira (07.11) e que vai até sexta-feira (08.11), serão esclarecidas dúvidas e definidos de alguns termos técnicos para que todos os envolvidos compreendam seu significado.

Segundo o superintendente de Políticas de Educação Básica da Seduc, Richard Carlos da Silva, o encontro é importante para que tanto os gestores, como professores das escolas pilotos possam subsidiar o Novo Ensino Médio. “Queremos dois dias de muito proveito. Esse é o momento em que todos poderão tirar dúvidas, trocar experiências, enfim, fazermos um alinhamento para que tenhamos o melhor do Ensino Médio”, destaca.

A expectativa para o encontro entre os profissionais da educação é a melhor possível. A diretora Rosenil Ferreira da Silva, da EE Nilo Póvoas localizada no município de Nobres (a 146 quilômetros a médio-norte) acredita que deverá tirar muitas dúvidas.

“Viemos para esse encontro para aprender um pouco mais. A implantação do Novo Ensino Médio é um desafio, por isso, todo curso de formação é sempre bem-vindo. Temos um ciclo de estudo e vamos colocar tudo em prática para atingir o resultado que esperamos”, ressalta. Além da diretora, participam seis profissionais da Escola - a coordenadora pedagógica e quatro professores.

A questão da carga horária será discutida pela EE Plena Rafael Rueda, de Cuiabá. O diretor Robson Pereira dos Santos assinala que os professores querem tirar dúvidas sobre a carga horária das disciplinas. “Viemos buscar respostas para essa e outras questões. A Seduc acertou ao fazer a opção pela Escola Plena, pois estamos com alguns pontos adiantados. É um ponto positivo”, assegura.

O mesmo entendimento tem o coordenador de linguagem da EE Antônio Epaminondas (EPA), de Cuiabá, Jackson Regis, pois com a nova proposta, a escola já trabalha com projeto de vida e outras disciplinas e tem uma carga horária de 1.400 horas. “Temos o itinerário formativo de linguagem, ciências humanas e ciências da natureza. Mesmo assim, ainda temos muitas dúvidas”, frisa.

O professor de matemática Wagner Ralf, da EE Cleinia Rosalina Souza, quer fazer troca de experiência, pois trabalha numa Escola Plena. “Trabalhamos na prática os conteúdos estudados em sala. Vamos socializar nosso conhecimento”, explica.    

   





Editorias